Assinaturas: (65) 3317- 7761 | Classificados: (65) 3317-7779
Comercial: (65) 3317-7737 | Redação: (65) 3317- 7755
Economia
Da Redação/Valor Econômico
Divulgação
A AmBev é uma das maiores processadoras de bebidas no comércio internacional

Mato Grosso faz parte dos Estados que receberão investimentos da AmBev. O diretor financeiro e de Relações com Investidores da AmBev, Nelson Jamel, confirmou investimentos de R$ 2 bilhões no Brasil este ano, o dobro do que foi investido em 2009. É o maior aporte da história da companhia. Segundo a Ambev, com o investimento haverá abertura de 22 mil postos de trabalho - 2 mil funcionários diretos, 10 mil indiretos e 10 mil trabalhadores de obras.

A empresa espera ampliar a capacidade produtiva em 13 estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraíba, Maranhão e Amazonas. Em três fábricas, a expectativa é de dobrar a produção. Além disso, será construída uma nova fábrica, com inauguração prevista para 2011.

Para Jamel, a expectativa é de que, entre setembro e outubro deste ano, os investimentos no aumento da capacidade produtiva estejam finalizados, ”para que a produção seja iniciada " . Mas esses R$ 2 bilhões podem diminuir para um valor entre R$ R$ 1,3 bilhão a R$ 1,5 bilhão, caso haja aumento de carga tributária, informou a companhia. Segundo empresa, os impostos pagos em 2009 subiram 15%.

 O diretor financeiro explicou que o reajuste dos preços praticados pela companhia em 2009 "não foi suficiente para compensar os tributos federais " . No ano, o reajuste foi de 4,5%. Nelson também ressaltou que um terço do preço ao consumidor final se refere a tributos. Uma vez que o aumento de impostos não foi integralmente repassado aos preços, o crescimento da receita líquida por hectolitro se limitou a 2,7% em 2009, abaixo da inflação do período.

Jamel afirmou que a AmBev e outras entidades do setor "estão em conversas com o governo" para a manutenção da carga tributária no patamar atual. Em teleconferência a jornalistas, ele mencionou os benefícios fiscais criados pelo governo federal para combater a crise. "Vários setores foram beneficiados, como o automobilístico e o de construção", disse o diretor-financeiro.

No entanto, enfatizou que a AmBev não quer isenção fiscal, "apenas manutenção". "Mantida a carga nos níveis atuais, teremos todas as condições de investir cada vez mais em produção, inovação e, consequentemente, gerar empregos", finalizou o empresário.

Publicado em : 08/03/2010 às 16:29 Editado em: 08/03/2010 às 16:34
NOTÍCIAS DE ECONOMIA
ÚLTIMAS DA FOLHA
ESPECIAL
Hepatite "C" causa mais mortes
Doença do tipo hepatite C é silenciosa, não tem vacina e em 70% dos casos se torna crônica
Tem muita 'trairagem' na política segundo a senadora Serys Slhessarenko
"Eu diria que sempre existe aqueles que não conseguem se estabelecer pelos próprios meios e...
Jens Prochnow Junior participa do Caximbocó
Procurador e professor, Prochnow fala sobre o caso Daradanelos e a Lei Maria da Penha
Maradona não é mais técnico da Argentina
No total, Maradona dirigiu a seleção por 19 partidas. Craque de extremos que viveu sempre entre o...
 
Para você receber as
melhores no seu email
Tags Populares
Hepatite Casos Brasil Greve Cassação Médico Punido Pcult Tarifa ônibus Transporte
Copyright © 2009 - 2010 Folha do Estado Todos os direitos Reservados.