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Encontro de presidente Obama e Dalai Lama será no dia 16 de fevereiro
O presidente Barack Obama começou o segundo ano do seu mandato com firmeza. Primeiro, Obama enquadrou os banqueiros, que protestam até agora, apesar de terem quebrado a economia do país. No momento, os banqueiros encostaram nos republicanos. Como os banqueiros são odiados pela grande maioria dos cidadãos norte-americanos, Obama lavrou um tento.
O segundo ato de firmeza de Obama diz respeito ao encontro que terá com o líder espiritual dos tibetanos, ou seja, o Dalai Lama. A China não pauta o governo norte-americano, deixou claro Obama ao designar o próximo 16 de fevereiro para o encontro. Em outras palavras, não deu bola ao protesto do governo chinês, que não quer o contato com o exilado Dalai Lama.
A Casa Branca, em nota, informou que Obama, quando esteve em visita à China em de novembro de 2009, avisara o seu homólogo, Hu Jintao, que receberia o líder espiritual tibetano.
Quem ficou bravo e deu contundente entrevista à imprensa oficial chinesa foi Zhu Weiqun. Dentro do partido comunista chinês, ele é o responsável pelas questões referentes às etnias presentes no país e às de religião. Para Zhu Weiqun, o Dalai Lama é um separista que veste pele de cordeiro. Zhu, na entrevista, disse que seu governo não concordará com o encontro entre Obama e o líder religioso. Isso porque as relações entre o governo central chinês e o Dalai Lama representam questões internas e não devem sofrer interferência de outros Estados por serem afetas exclusivamente à soberania da China
Publicado em : 03/02/2010 às 09:55