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VARIEDADES Sexta-feira, 04 de Abril de 2025, 16:18 - A | A

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ALTERNATIVA PARA SER EMPRESÁRIA

Andressa Urach faz desabafo sobre ser atriz de conteúdo adulto: 'Não me orgulho disso'

Andressa Urach resolveu falar no Instagram sobre o período que trabalhou como garota de programa e também da atuação no conteúdo adulto

Contigo

 

Na madrugada desta sexta-feira (4), Andressa Urach resolveu desabafar pelo Instagram. “A gente sabe que a pornografia é o que mais vende no país. E eu não me orgulho disso, tá? Mas foi a alternativa que eu encontrei para tentar ser uma empresária”, apontou a famosa.

“Afinal de contas, é através do conteúdo adulto que eu estou tendo renda para poder investir nas minhas empresas. E tá sendo bem difícil ser empresária e lidar com tantos impostos, mas com o conteúdo adulto a gente é muito marginalizada pela sociedade. Nós somos atrizes e não tem lei que nos defendam os nossos direitos. Eu pago todos os meus impostos como criadora de conteúdo e somos colocados como se fossemos criminosos. E eu não acho justo isso, você marginalizar uma pessoa que está trabalhando”, declarou a estrela.

“Eu, graças ao conteúdo adulto, não preciso mais da prostituição. Mas se eu chegasse ao fundo do poço, seria a minha alternativa. Isso não é apologia à prostituição. Estou relatando o que eu vivi. Já fui CLT e o que eu ganhava eu não conseguia pagar as minhas contas. E eu, Andressa, escolhi pela prostituição”, destacou a loira.

“Só que eu penso o seguinte: as mulheres são livres, é a profissão mais antiga do mundo e elas não tem nenhuma lei que as protejam de abuso, assédio. Se uma garota de programa diz não para um cliente, é não. E ela não tem uma lei que proteja ela de uma agressão. Então ela sofre muito. Eu, se ainda fosse (prostituta), gostaria de ter um CNPJ para poder pagar os meus impostos, financiar uma casa. Gostaria de ter um CNPJ porque o corpo é meu, e se eu estou vendendo o meu corpo, eu gostaria de pagar os meus impostos, de ser uma contribuinte, de poder financiar um carro, uma casa, de poder ser respeitada, de ter leis que me protejam como mulher, afinal de contas eu sou livre para escolher essa profissão”, analisou Andressa.

“E é a profissão mais antiga. Eu sei que existem pessoas boas e ruins, como todas as profissões, mas a gente está falando de serem humanos. De mulheres, de travestis, de homens que vivem da prostituição e que são criminalizados pela sociedade. A gente é muito ofendido, eu sou muito ofendida ainda por causa do meu passado, que é bem recente. E mesmo assim, não existe nenhum tipo de lei que nos proteja. Então eu acho muito importante falar sobre esse assunto”, finalizou a famosa.

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