Michael Joseph Branham, 48 anos, foi preso nesta semana em Manhattan após ameaçar explodir o estúdio do programa Saturday Night Live — onde trabalha Colin Jost, marido da atriz Scarlett Johansson, 40.
Segundo o New York Post, Branham enviou mensagens afirmando que “explodiria tudo” e que Scarlett “ainda ouviria falar dele”. A ameaça foi direcionada ao site oficial da atração e também enviada por redes sociais.
Branham tem um histórico preocupante: além de afirmar ser pai do filho da atriz e seu “noivo”, ele já apareceu várias vezes na casa de Johansson e carrega no peito uma tatuagem com um coração e o nome dela. Contra ele, já pesavam quatro mandados de prisão em aberto no estado do Kentucky.
Agora, foi formalmente indiciado por ameaça de atentado e falso relato de incidente. A defesa alegou que ele teria sido vítima de um hacker e pediu que a fiança fosse reduzida para US$ 300 mil (aproximadamente R$ 1,6 milhão). O juiz negou o pedido.
A atriz já possuía uma ordem de restrição contra Michael — o que não o impediu de continuar tentando se aproximar dela, inclusive pessoalmente. O caso acende novamente o alerta sobre os riscos de perseguição obsessiva contra figuras públicas e os desafios legais para protegê-las.