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JUDICIÁRIO Sexta-feira, 04 de Abril de 2025, 10:21 - A | A

Sexta-feira, 04 de Abril de 2025, 10h:21 - A | A

ENTENDA DECISÃO

Justiça condena segurança por estupro de vulnerável, mas determina soltura

O crime ocorreu no dia 1º de janeiro, e a sentença foi proferida pelo juiz Francisco Ney Gaíva, da 14ª Vara Criminal da Capital

 

A Justiça condenou o segurança J.R.B.S. a oito anos de prisão pelo crime de estupro de vulnerável contra um menino de nove anos no Shopping Estação, em Cuiabá.

 

O crime ocorreu no dia 1º de janeiro, e a sentença foi proferida pelo juiz Francisco Ney Gaíva, da 14ª Vara Criminal da Capital.

 

Apesar da condenação, o magistrado determinou a soltura do acusado devido ao regime inicial semiaberto.

 

Além da pena de reclusão, o condenado terá que pagar R$ 52,8 mil como reparação pelos danos causados à vítima.

 

Ele também deverá cumprir medidas cautelares, incluindo a proibição de aproximação da vítima e de seus familiares em um raio de 1.000 metros, além da impossibilidade de contatá-los por qualquer meio.

 

Outras restrições incluem a necessidade de comparecimento mensal ao Juízo para justificar suas atividades e a proibição de mudar de endereço ou se ausentar da Comarca por mais de oito dias sem autorização judicial.

 

Na decisão, o juiz destacou a confissão do acusado e os depoimentos coerentes da mãe e da avó da vítima, que foram corroborados por registros de câmeras de segurança.

 

"Os relatos das testemunhas são claros, detalhados e compatíveis com o que foi apurado durante a investigação", afirmou o magistrado.

 

O crime ocorreu quando o menino se afastou da família para ir ao banheiro do shopping.

 

Ao demorar para retornar, a avó começou a procurá-lo e o encontrou após chamá-lo várias vezes.

 

Segundo o relato da vítima, o segurança o abordou e o levou para uma escadaria, onde iniciou os abusos, que continuaram no banheiro para pessoas com deficiência.

 

A mãe da vítima acionou a administração do shopping e chamou a Polícia Militar, que prendeu o acusado após a análise das imagens de segurança e o reconhecimento da vítima.

 

O segurança era funcionário do grupo Tecnoseg, da empresa Tecnoguarda, responsável pela segurança do shopping, e foi demitido após a prisão.

 

O caso causou grande repercussão na cidade e levantou questões sobre a segurança em espaços públicos e o acompanhamento de crianças em locais movimentados.

 

 

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